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CGNAT: o que é e como saber se seu IP é compartilhado

Entenda o que é CGNAT, por que as operadoras usam, como saber se seu IP é compartilhado (faixa 100.64.0.0/10) e como sair dele para abrir portas e ver câmeras.

Equipe Qual Meu IP12 min de leitura
Dezenas de cabos de rede coloridos conectados às portas de um switch Ethernet em rack

Foto: Raysonho @ Open Grid Scheduler / Grid Engine, via Wikimedia Commons (CC0 1.0, recortada)

CGNAT (Carrier-Grade NAT, ou NAT de operadora) é a técnica em que o provedor coloca vários clientes atrás de um mesmo endereço IPv4 público. Você navega, assiste a vídeos e joga normalmente, mas a sua conexão deixa de receber conexões vindas de fora: abrir portas no roteador não funciona, e câmeras, DVRs e servidores caseiros deixam de ser acessíveis diretamente pelo IPv4.

Para saber se é o seu caso, compare o IP que aparece na WAN do roteador com o seu IP público. Se o da WAN estiver entre 100.64.0.0 e 100.127.255.255, você está atrás de CGNAT. O teste de CGNAT faz essa comparação em segundos.

100.64.0.0/10

Faixa reservada para a rede interna do CGNAT, com 4.194.304 endereços

Fonte: RFC 6598 (IETF, 2012)

19/08/2020

Data em que o LACNIC, registro que atende o Brasil, reservou o último bloco IPv4 do seu estoque

Fonte: LACNIC

59%

Usuários no Brasil com IPv6 funcionando, a saída natural do CGNAT

Fonte: APNIC Labs, outubro de 2026

Como o CGNAT funciona

Em uma conexão comum, o roteador da sua casa já faz NAT (tradução de endereços): celular, notebook e TV usam endereços privados, como 192.168.0.10, e saem para a internet com um único IP público, o da sua linha (veja IP público vs IP privado).

Com CGNAT, existe uma segunda tradução, feita por um equipamento dentro da rede do provedor. O seu roteador recebe um endereço interno da operadora, e é o equipamento de CGNAT que o troca por um IPv4 público dividido com outros clientes; do lado de fora, o que separa um cliente do outro são as portas de cada conexão. Por isso o arranjo também é chamado de NAT444: são três camadas de endereços IPv4, a da casa, a da operadora e a da internet.

O caminho de um acesso atrás de CGNAT

  1. 1

    Seu aparelho faz o pedido

    O notebook (192.168.0.15) pede uma página, e o pacote vai para o roteador da casa.
  2. 2

    Primeiro NAT, no seu roteador

    O roteador troca o endereço do notebook pelo IP da própria WAN, por exemplo 100.70.12.34, que pertence à rede interna da operadora.
  3. 3

    Segundo NAT, na operadora

    O equipamento de CGNAT troca 100.70.12.34 por um IPv4 público, como 203.0.113.50, e escolhe uma porta livre. Outros clientes usam o mesmo IP, ao mesmo tempo, em outras portas.
  4. 4

    A resposta volta pelo mesmo caminho

    O site responde para 203.0.113.50 naquela porta; o CGNAT sabe que ela é da sua linha e devolve o pacote ao seu roteador, que o entrega ao notebook.

O ponto crucial está no caminho inverso. Uma conexão que nasce lá fora, como alguém abrindo a sua câmera, chega ao IP compartilhado sem entrada correspondente na tabela do CGNAT, e o equipamento descarta o pacote. Como ele é da operadora, nenhuma configuração no seu roteador muda isso.

NAT do roteador e CGNAT, lado a lado
Comparação entre o NAT feito pelo roteador de casa e o CGNAT feito pela operadora
Onde ficaNAT do seu roteadorNa sua casaCGNATNa rede da operadora
Quem controlaNAT do seu roteadorVocêCGNATO provedor
IP que o roteador recebe na WANNAT do seu roteadorIPv4 público, só da sua linhaCGNATEndereço interno, em geral da faixa 100.64.0.0/10
IP públicoNAT do seu roteadorExclusivo da sua conexãoCGNATDividido com outros clientes
Redirecionamento de portasNAT do seu roteadorFuncionaCGNATNão tem efeito

Por que as operadoras usam CGNAT

O IPv4 tem cerca de 4,3 bilhões de endereços, muito menos do que os aparelhos conectados hoje. Na América Latina, o LACNIC anunciou em 19 de agosto de 2020 que tinha reservado o último bloco IPv4 do seu estoque; desde então, novos endereços vêm de blocos devolvidos, distribuídos por fila de espera, ou de transferências entre empresas. Colocar várias linhas atrás de cada IPv4 público é a forma de as operadoras continuarem crescendo enquanto o IPv6 não substitui o protocolo antigo. Nas redes móveis, o compartilhamento é praticamente a regra; na banda larga fixa, depende da operadora, da cidade, da tecnologia e até da data de instalação.

A faixa 100.64.0.0/10

Para numerar a rede entre os roteadores dos clientes e o equipamento de CGNAT, a IETF reservou em abril de 2012, pela RFC 6598, a faixa 100.64.0.0/10, chamada de espaço de endereços compartilhado. Ela vai de 100.64.0.0 a 100.127.255.255, soma 4.194.304 endereços e não pode circular fora da rede de cada provedor. Ter uma faixa própria evita conflito com as redes privadas das casas (192.168.x.x, 10.x.x.x e 172.16.x.x a 172.31.x.x), que poderiam se repetir dos dois lados do roteador.

Há provedores que usam endereços privados, quase sempre 10.x.x.x, no lugar da 100.64. E na variação chamada DS-Lite, em que o IPv4 viaja num túnel IPv6 até a operadora, o roteador costuma mostrar um endereço 192.0.0.x (RFC 6333 e RFC 7335). O efeito prático é o mesmo: o IPv4 público não é só seu.

Como saber se você está atrás de CGNAT

O teste confiável compara o IP público, que os sites enxergam, com o IP que o roteador recebeu do provedor na WAN.

  1. 1

    Veja o seu IP público

    Com o Wi-Fi de casa, abra o Meu IP e anote o IPv4. Antes, desligue VPNs, proxies e recursos como a Retransmissão Privada do iCloud, que trocam o IP mostrado.
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    Encontre o IP da WAN

    Entre no painel do roteador (veja como descobrir o IP do roteador) e procure a página de status, em seções como Internet ou WAN. Em ONTs com várias conexões, use a de internet, não as de gerência (TR-069) ou de telefone (VoIP).
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    Compare os dois

    Use a tabela abaixo, ou deixe o teste de CGNAT interpretar o resultado; ele também mostra onde fica o IP da WAN nas marcas mais comuns.
Como interpretar cada sinal
Sinais de CGNAT e o grau de confiança de cada um
WAN entre 100.64.x.x e 100.127.x.xO que indicaCGNATConfiançaAlta
WAN igual ao IP públicoO que indicaIP público próprio; portas podem ser abertasConfiançaAlta
WAN em 192.168.x.x ou 172.16.x.x a 172.31.x.xO que indicaNAT duplo: a ONT ou o modem da operadora também está roteandoConfiançaAlta; confira a WAN da ONT
WAN em 10.x.x.xO que indicaNAT duplo ou CGNAT com endereço privadoConfiançaMédia; confira a WAN da ONT
WAN em 192.0.0.xO que indicaDS-Lite: IPv4 compartilhado por túnel IPv6ConfiançaAlta
Saltos em 100.64.x.x no tracerouteO que indicaIndício de CGNATConfiançaMédia

Sem acesso ao roteador, rode tracert -d -h 5 8.8.8.8 no Prompt de Comando do Windows (no macOS ou no Linux, traceroute -n -m 5 8.8.8.8). Um salto em 100.64.x.x a 100.127.x.x logo depois do seu roteador sugere CGNAT, mas é só indício: alguns provedores usam essas faixas em equipamentos internos mesmo quando o cliente tem IP público. Outros comandos estão em comandos de rede do CMD.

NAT duplo não é CGNAT

Quando a WAN do seu roteador mostra 192.168.x.x, o mais comum é que a ONT ou o modem da operadora esteja roteando e o seu roteador fique atrás dele. Isso tem solução dentro de casa: colocar a ONT em modo bridge, para o seu roteador fazer a conexão PPPoE, ou apontar a DMZ da ONT para o seu roteador. Depois, repita o teste; se a WAN mostrar 100.64.x.x, você tem os dois problemas ao mesmo tempo.

CGNAT na Vivo, Claro, TIM, Nio e provedores regionais

Nenhuma das grandes operadoras publica uma política clara sobre CGNAT na banda larga residencial, e os relatos de clientes variam conforme a cidade, a tecnologia e a época da instalação; o jeito seguro de saber é testar a sua linha. O que elas documentam, nas páginas consultadas em outubro de 2026, é a oferta de IP fixo e os canais de atendimento:

O que cada operadora documenta
Ofertas de IP fixo ou IP público documentadas pelas operadoras e onde pedir
Vivo FibraO que está documentadoAssinatura IP Fixo Digital para clientes com CPF: IPv4 fixo e, se houver viabilidade, prefixo IPv6 /56 fixoOnde pedirApp Vivo, aba Assinaturas
ClaroO que está documentadoIP fixo nos planos de fibra da Claro Empresas; sem oferta residencial publicadaOnde pedir10621 ou app Minha Claro
TIM UltrafibraO que está documentadoResidencial com IP dinâmico; IP fixo nos planos TIM Ultrafibra Empresas; liberação de portas pela centralOnde pedir10341
Nio (antiga Oi Fibra)O que está documentadoSem oferta residencial de IP fixo publicadaOnde pedirApp Nio ou 0800 001 1000
StarlinkO que está documentadoCGNAT por padrão no IPv4 e IPv6 nativo; IP público só em planos específicosOnde pedirApp Starlink
Provedores regionaisO que está documentadoA política varia muito de um provedor para outroOnde pedirSuporte do provedor

Modelos de roteador e caminhos de menu estão nas páginas de Vivo Fibra, Claro, TIM Ultrafibra e Nio, no guia de operadoras, e o caso da internet via satélite está em IP na Starlink.

O que o CGNAT bloqueia e o que continua funcionando

Efeito do CGNAT em cada tipo de uso
Navegar, streaming, redes sociais, videochamadasAtrás de CGNATFunciona normalmentePor quêSão conexões que saem da sua casa
Jogos onlineAtrás de CGNATFunciona, com limitaçõesPor quêConsoles indicam NAT Moderado ou Estrito (Xbox) ou Tipo 3 (PlayStation), o que atrapalha o chat de voz e hospedar partidas
Hospedar servidor (Minecraft, site, NAS)Atrás de CGNATNão funciona pelo IPv4Por quêNinguém de fora consegue iniciar uma conexão com você
Câmeras e DVR por IP e portaAtrás de CGNATNão funcionaPor quêO redirecionamento de portas do roteador não tem efeito
Câmeras pelo app do fabricante (nuvem ou P2P)Atrás de CGNATFuncionaPor quêO próprio aparelho abre a conexão de saída
Área de trabalho remota (RDP, VNC) diretaAtrás de CGNATNão funcionaPor quêMesmo motivo dos servidores
VPN em malha e túneisAtrás de CGNATFuncionaPor quêUsam conexões de saída
Torrent e outros P2PAtrás de CGNATFunciona, com menos conexõesPor quêVocê só alcança os pares que aceitam conexões de entrada

Há dois efeitos menos óbvios. O primeiro é o limite de portas: a RFC 6888, que lista os requisitos dos equipamentos de CGNAT, exige que eles permitam limitar quantas portas cada cliente usa, e programas que abrem muitas conexões ao mesmo tempo podem esbarrar nesse teto. A Starlink, por exemplo, avisa que o seu CGNAT tem limite de sessões simultâneas. O segundo é a reputação compartilhada: se outro cliente do mesmo IPv4 público faz algo suspeito, sites podem exibir CAPTCHAs ou bloquear o endereço para todos. A consulta de blacklist mostra se o seu IP aparece em listas de bloqueio.

A velocidade, em geral, não muda; lentidão e ping alto costumam ter outras causas. Para o NAT dos consoles, leia NAT estrito: como resolver.

O CGNAT deixa você anônimo?

Não. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) obriga o provedor de conexão a guardar os registros de conexão por um ano (art. 13), e sites e aplicativos operados por empresas guardam os registros de acesso por seis meses (art. 15). Com IP compartilhado, identificar alguém exige também a porta de origem e o horário exato. Por isso a RFC 6302 recomenda aos servidores registrar, além do IP, a porta de origem e um horário preciso, de preferência em UTC, e a RFC 7422 descreve um modelo em que cada cliente recebe uma faixa fixa de portas, o que facilita cruzar os registros.

Pelo Marco Civil, esses registros só são entregues com ordem judicial; autoridades competentes podem requisitar sem ela apenas dados cadastrais, como nome e endereço. Veja também o que o provedor sabe sobre o que você acessa.

Como sair do CGNAT

Como o CGNAT fica na operadora, não há opção no roteador para desligá-lo. As saídas, da mais simples para a mais trabalhosa:

1. Peça um IP público à operadora

No atendimento, peça com essas palavras para retirar a sua linha do CGNAT e receber um IPv4 público (alguns atendentes dizem IP válido ou IP real). Explique o motivo, como câmeras ou servidor de jogo, e anote o protocolo. Há operadoras que fazem a troca sem custo, outras que cobram à parte e outras que só oferecem IP público em planos empresariais ou com IP fixo. Depois da mudança, a WAN do roteador passa a mostrar o mesmo número do Meu IP.

2. Contrate IP fixo, se o endereço não puder mudar

Um IP público ainda pode mudar a cada reconexão. Para servidores ou sistemas que só aceitam IPs cadastrados, o IP fixo resolve; para câmeras e jogos, IP público com DNS dinâmico costuma bastar. Compare em IP fixo ou IP dinâmico.

3. Use IPv6

No IPv6 não há escassez de endereços, e cada aparelho recebe um endereço global, sem CGNAT. Segundo o APNIC Labs, cerca de 59% dos usuários no Brasil tinham IPv6 funcionando em outubro de 2026, e nos principais sistemas autônomos de Vivo (AS26599), Claro (AS28573) e TIM (AS26615) a taxa passava de 80%. Confira a sua conexão no teste de IPv6 e, se o IPv6 não aparecer, veja como ativar o IPv6.

Três cuidados: a rede de onde você vai acessar também precisa ter IPv6 (teste no celular, fora do Wi-Fi); os roteadores costumam bloquear conexões IPv6 que chegam sem terem sido pedidas, como recomenda a RFC 6092, então libere só a porta necessária, para o aparelho necessário, sem desligar o firewall; e o prefixo IPv6 residencial pode mudar, o que um DNS dinâmico com registro AAAA resolve.

4. Use serviços que funcionam por conexão de saída

Se nada disso estiver disponível, inverta o sentido da conexão: o seu aparelho se conecta a um serviço intermediário e mantém o canal aberto.

  • VPN em malha, como o Tailscale: um aplicativo em cada aparelho faz com que eles se encontrem mesmo atrás de CGNAT; quando a conexão direta falha, o tráfego passa por servidores de retransmissão do serviço. É a melhor opção para acesso remoto pessoal, porque nada fica aberto na internet.
  • Túneis, como o Cloudflare Tunnel: um programa no seu servidor abre uma conexão de saída até a rede do serviço, que publica sites e painéis web sem IP público nem portas abertas.
  • Acesso em nuvem dos fabricantes: câmeras e DVRs com P2P ou nuvem funcionam atrás de CGNAT. Veja os cuidados em acesso remoto a câmeras e DVR.
  • VPN comercial com redirecionamento de portas: poucas oferecem, e todo o tráfego passa pela empresa; VPNs comuns não resolvem o CGNAT (veja o que é VPN).

Ferramentas usadas neste guia

Perguntas frequentes

O CGNAT é permitido?
Sim. É uma técnica padronizada pela IETF e usada no mundo todo por causa da falta de endereços IPv4. Com o IP compartilhado, o provedor precisa associar cada conexão à porta e ao horário exato para conseguir identificar um cliente quando a Justiça pede os registros previstos no Marco Civil da Internet. Se você precisa de IP público, peça à operadora e anote o protocolo.
Reiniciar o roteador tira do CGNAT?
Não. Reiniciar pode trocar o endereço interno da WAN e o IPv4 público compartilhado, mas a linha continua atrás do CGNAT. Só a operadora pode retirar a sua conexão dele, entregando um IPv4 público.
CGNAT deixa a internet mais lenta?
Em geral, não. Navegação, streaming e videochamadas funcionam normalmente. O que o CGNAT impede é receber conexões vindas de fora, como acesso a câmeras ou servidores. Programas que abrem muitas conexões ao mesmo tempo podem esbarrar no limite de portas que o provedor reserva para cada cliente.
Uma VPN resolve o CGNAT?
VPNs comerciais comuns, não: elas mudam o IP que os sites enxergam, mas não deixam ninguém de fora chegar até você. Resolvem as VPNs em malha, como o Tailscale, que ligam os seus próprios aparelhos entre si, e as poucas VPNs comerciais que oferecem redirecionamento de portas.
No celular, em 4G ou 5G, também tem CGNAT?
Quase sempre, no IPv4: o celular recebe um endereço interno da operadora e divide o IPv4 público com outros usuários. Por isso, hospedar partidas ou receber conexões pela rede móvel costuma não funcionar pelo IPv4.
O que falar para a operadora para sair do CGNAT?
Peça para retirar a sua linha do CGNAT e receber um IPv4 público, que alguns atendentes chamam de IP válido ou IP real. Explique o uso (câmeras, servidor de jogo, acesso remoto) e anote o protocolo. Algumas operadoras fazem a troca sem custo; outras cobram ou só oferecem IP público em planos empresariais ou com IP fixo.

Fontes e referências

  1. RFC 6598: IANA-Reserved IPv4 Prefix for Shared Address Space (100.64.0.0/10)
  2. RFC 6888: Common Requirements for Carrier-Grade NATs (CGNs)
  3. RFC 6302: Logging Recommendations for Internet-Facing Servers
  4. RFC 7422: Deterministic Address Mapping to Reduce Logging in CGN Deployments
  5. RFC 6333: Dual-Stack Lite Broadband Deployments Following IPv4 Exhaustion
  6. RFC 7335: IPv4 Service Continuity Prefix (192.0.0.0/29)
  7. RFC 6092: Simple Security Capabilities in CPE for Residential IPv6 Service
  8. IANA: IPv4 Special-Purpose Address Registry
  9. LACNIC: IPv4 Exhaustion, LACNIC Has Assigned the Last Remaining Address Block (19/08/2020)
  10. APNIC Labs: IPv6 Capability Metrics, Brasil (consulta em outubro de 2026)
  11. Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet)
  12. Vivo: ativação e perguntas frequentes do IP Fixo Digital
  13. TIM: suporte e dicas TIM Fibra (IP dinâmico, IP fixo e liberação de portas)
  14. Claro Empresas: internet fixa com IP dinâmico ou IP fixo
  15. Starlink: que endereço IP a Starlink fornece
  16. Starlink: What are CGNAT session limits and how do they affect my connection?
  17. Tailscale: o que são os endereços 100.x.y.z
  18. Tailscale: How NAT traversal works
  19. Cloudflare: Cloudflare Tunnel (documentação)
  20. CERT.br: Cartilha de Segurança, fascículo Redes

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